ACORDANDO DE UMA VIDA EM RASCUNHO
Floresta,samurai e sonhos.
-Nada.
Nada.Além de branco.Sei que é um sonho,sempre sonhava com aquilo: Um lugar branco e sem fim.
E lá estava eu,parado,olhando a imensidão da branco perfeito,livre dos problemas,livre das contas,livre de pessoas chatas.Livre.
E quando me sinto realmente livre,flutuando na paz branca,eu acordo.
-Acordo,mas não na minha cama king size no meu apartamento imundo,número 211.Acordo ensopado,em meio a uma floresta de imensas arvores,que aparentam ser pinheiros.Me levanto e vejo que não estou vestindo minha bermuda listrada que uso para dormir,e sim,com uma calça larga,preta e velha.Estou confuso.
A noite anterior,não lembro de nada.Absolutamente nada,mas lembro da minha vida,so meu trabalho no banco,dos “colegas” de trabalho contando piadas sem graças,de todas as minhas dividas,só lembro da minha vida,mas não de ontem.
Começo a observar o meu redor.Só arvores de uns cinco metros de altura e uma estradinha de terra lamacenta.Ando pela estrada barrenta,sujando meus pés,a procura de ajuda,até que encontro uma bainha no chão,pegou com a mão,é percebo que a palmas da minha mão esta cheia de feridas,ela dói instantaneamente,mas eu consigo suportar.
Já suportei coisas piores.
E muito mais dolorosas.
Observo a bainha negra e vejo que ela esta com uma espada,na verdade uma katana.Seguro com uma mão a bainha e com a outra,sem feridas,retiro a katana.Para minha surpresa,a ponta da katana,que devia ser triangular,era retangular.Tento dar alguns golpes com aquilo no ar,mas percebo que sou péssimo.Coloco de volta na bainha,e amarro-lá na lateral daminha calça,e continuou seguindo caminho pela estrada lamacenta.
Sem rumo.
Como sempre foi minha vida.
Sobre rotina e seu ciclo sem fim.
Acorda.Tomar café.Ir ao trabalho.Suportar seres que mereciam ter nascido como outros animal,como uma formiga,que e´tido como um ser trabalhador,ou um porco.Almoçar.Assistir Tv.Jantar.E dormir.
O resumo dos últimos 3 anos de vida de Mike Lee,e de outras pessoas,era aquele.Até nos finais de semana,ele trabalhava para tentar pagar as contas do apartamento.Mike era um cara extremamente infeliz.
Infeliz no café da manhã.
Infeliz no trabalho.
Infeliz no amor.
Totalmente Infeliz.
Tentava suprimir sua infelicidade em compras.Livros,Video-games e,quando estava quase morrendo,anti-depressivos e mulheres.
Ele era um cara inteligente,mas nas conversas com “porcos de terno”,ele era inteligente demais,e sempre era ignorado,ou até taxado com maluco.
Porcos de terno,era como Mike Lee chamava seus colegas de trabalho e pessoas “importantes”.Haviam porcos de terno por toda parte,em fast-food,festa,jogos de futebol e logicamente,na sua rotina.
Eles só serviam para duas coisas:
Primeira:Mostrar que são importantes e tem dinheiro,ou pelo menos,tentar mostrar isso.
Segunda:Transformar um ambiente,com pessoas comuns e trabalhadoras,em um ambiente ligeiramente mais importante.Por isso se vêem dois ou três porcos de ternos em praça de alimentação,para que aquele ambiente de Self-Service,se torne mais limpo.Mike apelidou isso de “Anti-acne da sociedade”.
-Nada.
Nada.Além de branco.Sei que é um sonho,sempre sonhava com aquilo: Um lugar branco e sem fim.
E lá estava eu,parado,olhando a imensidão da branco perfeito,livre dos problemas,livre das contas,livre de pessoas chatas.Livre.
E quando me sinto realmente livre,flutuando na paz branca,eu acordo.
-Acordo,mas não na minha cama king size no meu apartamento imundo,número 211.Acordo ensopado,em meio a uma floresta de imensas arvores,que aparentam ser pinheiros.Me levanto e vejo que não estou vestindo minha bermuda listrada que uso para dormir,e sim,com uma calça larga,preta e velha.Estou confuso.
A noite anterior,não lembro de nada.Absolutamente nada,mas lembro da minha vida,so meu trabalho no banco,dos “colegas” de trabalho contando piadas sem graças,de todas as minhas dividas,só lembro da minha vida,mas não de ontem.
Começo a observar o meu redor.Só arvores de uns cinco metros de altura e uma estradinha de terra lamacenta.Ando pela estrada barrenta,sujando meus pés,a procura de ajuda,até que encontro uma bainha no chão,pegou com a mão,é percebo que a palmas da minha mão esta cheia de feridas,ela dói instantaneamente,mas eu consigo suportar.
Já suportei coisas piores.
E muito mais dolorosas.
Observo a bainha negra e vejo que ela esta com uma espada,na verdade uma katana.Seguro com uma mão a bainha e com a outra,sem feridas,retiro a katana.Para minha surpresa,a ponta da katana,que devia ser triangular,era retangular.Tento dar alguns golpes com aquilo no ar,mas percebo que sou péssimo.Coloco de volta na bainha,e amarro-lá na lateral daminha calça,e continuou seguindo caminho pela estrada lamacenta.
Sem rumo.
Como sempre foi minha vida.
Sobre rotina e seu ciclo sem fim.
Acorda.Tomar café.Ir ao trabalho.Suportar seres que mereciam ter nascido como outros animal,como uma formiga,que e´tido como um ser trabalhador,ou um porco.Almoçar.Assistir Tv.Jantar.E dormir.
O resumo dos últimos 3 anos de vida de Mike Lee,e de outras pessoas,era aquele.Até nos finais de semana,ele trabalhava para tentar pagar as contas do apartamento.Mike era um cara extremamente infeliz.
Infeliz no café da manhã.
Infeliz no trabalho.
Infeliz no amor.
Totalmente Infeliz.
Tentava suprimir sua infelicidade em compras.Livros,Video-games e,quando estava quase morrendo,anti-depressivos e mulheres.
Ele era um cara inteligente,mas nas conversas com “porcos de terno”,ele era inteligente demais,e sempre era ignorado,ou até taxado com maluco.
Porcos de terno,era como Mike Lee chamava seus colegas de trabalho e pessoas “importantes”.Haviam porcos de terno por toda parte,em fast-food,festa,jogos de futebol e logicamente,na sua rotina.
Eles só serviam para duas coisas:
Primeira:Mostrar que são importantes e tem dinheiro,ou pelo menos,tentar mostrar isso.
Segunda:Transformar um ambiente,com pessoas comuns e trabalhadoras,em um ambiente ligeiramente mais importante.Por isso se vêem dois ou três porcos de ternos em praça de alimentação,para que aquele ambiente de Self-Service,se torne mais limpo.Mike apelidou isso de “Anti-acne da sociedade”.
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